terça-feira, 17 de janeiro de 2012

Monique é retirada da casa do BBB para prestar depoimento - Celebridades - Notícia - VEJA.com

Monique é retirada da casa do BBB para prestar depoimento - Celebridades - Notícia - VEJA.com

MATÉRIA PUBLICADA EM WWW.VEJA.COM.BR

Cidades do Norte e do Noroeste fluminense atingidas pela chuva começam reconstrução

Prefeitos tentam evitar problemas com verbas que prejudicaram recuperação da região serrana

Cecília Ritto
Saída de Laje do Muriaé para o município vizinho de Miracema está inundada
Saída de Laje do Muriaé para o município vizinho de Miracema está inundada (Divulgação/ Prefeitura de Laje do Muriaé)
Moradores dos municípios do Norte e do Noroeste Fluminense começam, enfim, a respirar aliviados. O nível do rio Muriaé voltou ao normal no fim da semana passada e o risco de inundação diminuiu. Os problemas, no entanto, estão longe do fim. A expectativa é de que o governo federal reconheça a situação de emergência de 11 cidades no início desta semana. Dentro de sete dias, os prefeitos também devem traçar suas prioridades para a reconstrução dos municípios. E é aí que as dificuldades chegam à sua segunda etapa. Pelo exemplo da Região Serrana, a tragédia recomeçou quando a verba foi aportada nas cidades e a farra com o dinheiro público rolou solta.

Uma das facilidades abertas pela decretação de situação de emergência é a dispensa de licitação. Algumas obras são fundamentais para o retorno da normalidade na cidade, como construção de pontes e desobstrução de estradas. E a espera até o fim da burocracia pode ser tempo demais para quem precisa resolver problemas urgentes de infraestrutura. Mas é nesse momento também que o espírito de “levar um dinheiro por fora” fala mais alto em alguns políticos. Em janeiro de 2011, logo depois das mais de 900 mortes por causa da enxurrada, o dinheiro foi parar no mesmo mar de lama onde estavam os restos de casas e de corpos.


Em Nova Friburgo, a cidade mais afetada pelas chuvas em 2011, foi contratada, sem licitação, uma empresa responsável por fazer as refeições do hospital municipal Raul Sertã. Sob o pretexto de se tratar de um estado de calamidade pública, a contratação custou 900 mil reais, bem acima do valor de mercado. Também sem licitação se deu a contratação de uma empresa de manutenção de equipamento médico. Se comparada às centenas de necessidades de Friburgo naquele janeiro, a modificação na refeição hospitalar deveria ficar na lanterna das prioridades.


“Entraremos agora na fase de reabilitação do cenário do desastre. É uma fase demorada, que deve durar, pelo menos, seis meses”, diz o coordenador da Defesa Civil do Noroeste do Rio de Janeiro, coronel Douglas Júnior Paulich. De acordo com o coordenador, há muito que ser feito nessa etapa. Será necessário reconstruir estradas, pontes, restabelecer taludes, pavimentar ruas.


Uma das cidades mais afetadas foi Laje do Muriaé, que chegou a ter 25% de sua população desalojada. O prefeito, José Eliézer Tostes Pinto, comemorou o retorno do rio Muriaé ao seu nível normal. A fase agora é de limpeza e de recuperação dos prédios públicos. Com a entrada de recursos, a prefeitura pretende investir na reparação de estradas vicinais e em muros de arrimo. Os governos estadual e federal prometeram destinar 350 milhões para obras em três canais extravasores de cheias e em uma barragem de contenção, sendo que o primeiro extravasor será feito em Laje do Muriaé.


O andamento normal de obras desse tipo não é dos mais rápidos. Há, entre outros problemas, dificuldade de elaborar projetos de reconstrução. A maior parte dos municípios não tem mapas detalhados e áreas preparadas para realocar a população afetada. O exemplo da região serrana do Rio é desanimador. Foram necessários 365 dias para que o governo do Rio anunciasse a construção de 2.166 unidades habitacionais e 68 unidades comerciais em Nova Friburgo.

sábado, 14 de janeiro de 2012

A BAHIA EM FOCO VIA RIACHÃO DE

NOTICIAS DIRETAS DA BAHIA. 15012012
AS MATÉRIAS ABAIXO FORAM PUBLICADAS NO  NO WWW.ATARDEONLINE.COM.BR

14/01/2012 às 00:44
  | ATUALIZADA EM: 14/01/2012 ÀS 00:48 | COMENTÁRIO (0)

Eleições: Metrô vai parar no centro da disputa pela prefeitura



Impasse: metrô vai para o centro da disputa pela Prefeitura de Salvador (Mila Cordeiro/Agência A TARDE)


Os desentendimentos entre prefeitura e governo do Estado em torno da  gestão do futuro sistema de metrô de Salvador começam a ganhar contornos de uma disputa eleitoral. Com as pré-candidaturas de Nelson Pelegrino (PT) e João Leão (PP) já colocadas, abriu-se espaço para uma “disputa branca” entre os aliados que tem interferido em questões administrativas cruciais para a cidade.
A cobrança de uma contrapartida para a prefeitura para a assinatura da anuência do convênio do sistema de mobilidade urbana, cujo edital está sendo preparado pelo governo do Estado, acirrou os ânimos entre as duas partes. Ainda incluem-se no cardápio das desavenças questões como o entorno da Fonte Nova e os terrenos para a instalação do Parque Tecnológico, na Avenida Paralela.
Pedindo anonimato, um dos secretários do governador Jaques Wagner afirmou que  vê nos últimos movimentos  do secretário da Casa Civil do município João Leão uma postura típica de candidato.  “Ele não tem uma história política na cidade e por isso pegou carona nesta questão no metrô. Ele precisa construir uma imagem”, destacou o petista, ressaltando  que o prefeito João Henrique tem interesse na candidatura de Leão, como uma forma defender o seu legado.
Vice-líder da maioria na Câmara Municipal, o vereador Geraldo Jr. (PTN) vê nos movimentos do PT uma tentativa de ficar com o ônus do metrô para se capitalizar politicamente para o pleito municipal. “O objetivo é esvaziar a candidatura de Leão para a prefeitura, que deslancha como uma grande referência”.
Apesar da urgência de uma decisão, já que o edital de licitação do metrô depende da anuência da prefeitura, as duas partes deverão esboçar um acordo somente no final do mês. Isso porque o prefeito João Henrique, que chegou das férias nos Estados Unidos na noite de ontem, deve embarcar para a Espanha já no domingo e não deverá reassumir o cargo.  Uma reunião para tratar do assunto foi marcada para o dia 27.
CTS - Diplomático, o secretário João Leão prefere deixar as querelas eleitorais de lado e afirma que o governador não dever ter conhecimento em uma série de “ingerências” no termo de concessão do sistema de metrô. Ele defende que, para gerir o sistema, o governo deveria assumir a estatal municipal Companhia de Transporte de Salvador (CTS), incluindo um passivo trabalhista de cerca de R$ 100 milhões.
Secretário de Relações Institucionais do Estado, Cézar Lisboa cobra a assinatura do convênio sem contrapartida. E dá o recado: “Esperamos que questão eleitoral não contamine o debate”.




COMBATE AO CRACK

'Avançamos bastante', diz Alckmin sobre cracolândia em SP

Governador diz que a polícia continuará na região e que a ação deve persistir por um bom tempo



SALÁRIO

Estados temem dificuldades com reajuste do mínimo


INTERATIVIDADE

O que você espera do Conselho de Comunicação da Bahia?


BORNIE, VISITA COMUNIDADES IGUAÇUANAS. AFETADAS PELAS CHUVAS AS NOTICIAS ABAIXO FORAM PUBLICADAS DO RIO BOTAS.



AS NOTICIAS ABAIXO FORAM PUBLICADAS NO WWW.BLOGDOJAYMELIMA.BLOGSPOT.COM


NOTICIAS PUBLICADAS NOS JORNAIS E BLOGS DA CIDADE DE NOVA IGUAÇU.
BORNIE, VISITA COMUNIDADES IGUAÇUANAS. AFETADAS PELAS CHUVAS NAS MARGENS DO RIO BOTAS.

Nelson Bornier / Nelson Roberto Bornier De OliveiraO BLOG DO NAVAL ADRIANO, DEU DESTAQUE A VISITA DO DEPUTADO FEDERAL, NELSON BORNIER. NELSON JÁ FOI PREFEITO DE  NOVA IGUAÇU POR DOIS MANDATOS. SENDO QUE NO SEGUNDO MANDATO, PASSOU O CARGO PARA O SEU VICE, MÁRIO MARQUE, APÓS DOIS ANOS DE GOVERNO. ELE VISITOU A COMUNIDADE DE SÃO LOURENÇO NO JARDIM PERNAMBUCO (URG CENTRO CENTRO). O EX PREFEITO FOI MUITO BEM RECEBIDO PELO POVO DA COM UNIDADE. MAS, LEMBROU AOS MORADORES, QUE ELE, FEZ ADVERTÊNCIAS A TODA SOCIEDADE DE NOVA IGUAÇU,SOBRE O SENHOR LINDBERG FÁRIAS. QUE CASO ELE, FOSSE ELEITO, ESTARIA PRONTO PARA ENGANAR O POVO DA CIDADE, FOI NO QUE DEU. ELE FOI ELEITO POR DUAS (2) VEZES. NÃO CONCLUIU AS OBRAS DO HOSPITAL DO JARDIM PERNAMBUCO E FEZ UMA MAQUIAGEM NA VIA LIGHT, INFORMANDO QUE ELA PROSSEGUIRIA ATÉ QUEIMADOS, PASSANDO PELO JARDIM PERNAMBUCO. INDAGADO POR QUE DURANTE OS SEUS OITO (8) ANOS DE GOVERNO NADA FEZ PELA COMUNIDADE. NELSON, RESPONDEU QUE NÃO CONHECIA A COMUNIDADE.
FOTO DO BLOG DO NAVAL - 13012011
É ISSO, AÍ. A FORÇA DOS BLOGS DA CIDADE DE NOVA IGUAÇU, É UMA NOVA MANEIRA DE SE FAZER POLÍTICA. O BLOG DO NAVAL ADRIANO, É UMA DESTAS FORÇAS, QUE NASCEU A POUCO MAIAS DE TRÊS MESES, MAS, JÁ MOSTRA PARA QUE VEIO. APÓS SUAS COBRANÇAS, O BLOG, VEM CHAMANDO A ATENÇÃO DAS AUTORIDADES DA CIDADE, PORQUE NÃO DIZER, ATÉ AS ESTADUAIS A EXEMPLO DO MOÇO
NA FOTO À ESQUERDA, QUE TOMANDO CONHECIMENTO DA SITUAÇÃO DAS COMUNIDADES RIBEIRINHAS DO RIO BOTAS, ENVIOU E-MAIL AO GRANDE LÍDER NAVAL ADRIANO. “Fiquei muito tempo sem acessar minhas mensagens, mas aí vai o seu merecido esclarecimento:
As obras do PAC não foram executadas no Rio Botas, em Nova Iguacu, porque as margens estão ocupadas com centenas moradias ribeirinhas.
A CEHAB cadastrou as famílias para reassentá-las. As obras dessa etapa serão realizadas com recursos do PAC 2. As unidades habitacionais fazem parte do programa Minha Casa Minha Vida.”
ecoabraços! Carlos Minc

Fonte: http://navaladriano.blogspot.com
VIA BLOG - UNIÃODANO.BLOGSPOT.COM




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sábado, 7 de janeiro de 2012

Vant - entrevista Dilma Rousseff



sábado, 7 de janeiro de 2012


Dilma paga U$ 1 milhão para treinar cada "piloto" do VANT, o avião não tripulado.

Assim como o trem-bala, o VANT foi outro daqueles factóides da campanha da Dilma, para enganar os desdentados e bolseiros, dando aquela idéia de um país moderno assim como o Japão. Vejam no que deu.

A Polícia Federal pagou R$ 1,9 milhão a uma empresa israelense pelo treinamento de cada piloto dos veículos aéreos não tripulados (Vants), os chamados aviões espiões, que já operam na fronteira do país. A constatação é do Tribunal de Contas da União (TCU), que considerou o valor "desproporcional". Em decisão sigilosa, à qual O GLOBO teve acesso, o TCU cobra explicações à cúpula da instituição, incluindo o ex-diretor-geral Luiz Fernando Corrêa e a ex-diretora de Inteligência Mara Toledo de Santana.

A compra dos Vants foi uma das principais propostas apresentadas pela presidente Dilma Rousseff na campanha eleitoral de 2010. A ideia foi apresentada ao governo por Corrêa e encampada pela presidente. O uso dos Vants era a resposta do governo às críticas, inclusive do candidato do PSDB José Serra, sobre a falta de fiscalização das fronteiras. Setores militares veem com desconfiança o uso dos aviões pela polícia.
Cursos tiveram custo total de R$ 24,6 milhões

Conforme auditoria do tribunal sobre o contrato com a Israel Aerospace Industries (IAI), que forneceu os Vants e a capacitação aos policiais, os cursos teórico e prático para 13 operadores do sistema custaram US$ 13,43 milhões (R$ 24,6 milhões). A cifra representa quase a metade dos US$ 27,9 milhões (R$ 51,23 milhões) empregados na compra das duas aeronaves já no país. Uma delas monitora a Tríplice Fronteira. Leia mais aqui.

E Dilma sabia o custos destes treinamentos, tanto é que fala deles em longa entrevista durante a campanha eleitoral, onde responde agressivamente as críticas de José Serra aos VANT. Assista abaixo.

VILA BOA VISTA ABANDONADA








RUA JURANDIR LIMA - UMA MAR DE LAMA 


OLA, POVO DA CIDADE DE NOVA IGUAÇU. A PARTIR DE HOJE.ESTAREI NESTE BLOG MOSTRANDO AS GRANDE OBRAS DA MINHA ADMINISTRAÇÃO. AQUELAS, QUE EU NÃO TERMINEI. EU, ESTOU MUITO FELIZ. CONSEGUI ENGANA VOCÊS DUAS (2) VEZES, E AINDA ME DERAM 80 MIL VOTOS PARA O SENADO. VOCÊS MERECEM O ARRASO QUE DEIXEI NA CIDADE. 

AS FOTOS AI EMBAIXO SÃO DA RUA JURANDIR LIMA, NA VILA BOA VISTA. ELA SOFREU "OBRAS" NOS ANOS DE 2007, 2008 E 2010. FICO, FELIZ DEIXEI O POVO DESTA REGIÃO NA LAMA.

quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

o vício está vencendo a juventude brasileira


enviado por Demóstenes Torres 04.01.2012 / 18:01
em Artigos
Publicado originalmente na Folha de S.Paulo.

O projeto anticrack lançado pela presidente Dilma Rousseff foi feito para ser descumprido, até porque as obras e serviços estão em desacordo com os recursos e prazos anunciados pelo governo.

A tradição do governo é não investir sequer as migalhas propagadas. O ex-presidente Lula garantiu R$ 124 milhões ao setor em 2010. Pagou R$ 5,3 milhões. Para este ano, Dilma reservou R$ 33,6 milhões e, até tentar tirar Fernando Pimentel das manchetes com os holofotes contra as drogas, havia investido pouco mais de R$ 4 milhões.
O montante prometido é mil vezes maior, R$ 4 bilhões, valor que reacende a vigilância dos atentos e aguça a ganância dos aliados.
Em um aspecto, no entanto, o plano é plausível, ao tratar da internação sem consentimento do doente. Mas essa foi exatamente a parte criticada pelo colunista Hélio Schwartsman na edição de 13 de dezembro da "Folha".
No artigo "Tratamento na Marra", ele discute, já a partir do título, como essa internação representaria um retrocesso de décadas, "perigoso" e inconstitucional.
Na verdade, é o contrário. O dominado pelo vício tem uma única vontade: fumar pedras dia e noite. Para conseguir isso, ele gasta tudo, vende os bens que tem em casa, passa ao furto e ao tráfico. Enquanto definha, família e autoridades nada podem fazer, pois não há pena prevista na Lei de Drogas nem na da reforma psiquiátrica, a 10.216/01, que foi citada por Schwartsman na sua coluna.
Para quem defende a decisão da vítima, o Estado não deve se intrometer se ela vai do tratamento diretamente para a boca de fumo encher o cachimbo. É a política do "se quiser morrer, que morra" ou do "resolveu entrar, resolva parar".
Claro que quanto menor a interferência do Estado no dia a dia das pessoas, melhor. Mas a cracolândia é o oposto de qualquer símbolo de iniciativa própria. O poder público falha ao controlar a entrada das drogas e a sua circulação. Depois, em vez de sanar o erro, usufrui dele dizendo que se omite para assegurar ao craqueiro o direito de se matar.
A existência da cracolândia é uma negação das liberdades, conviver com ela é afirmar a vitória do banditismo, aceitá-la é sinônimo de covardia e incompetência.
Em nome dessa liberdade sociológica, o paciente só fica na clínica se quiser. Mas ele não quer, pois a dependência é avassaladora.
Uma solução está no projeto de lei 111/10, que apresentei por sugestão de debatedores no Twitter. Ele determina detenção de seis meses a um ano para o usuário e manda o juiz "substituí-la" pelos cuidados com a saúde.
Essa redação afasta o temor manifestado por Schwartsman de o médico prender ou abandonar quem não tem parentes. O controle será do Judiciário, depois de ouvir especialistas. O que se deve evitar é a saída mostrada no artigo de Schwartsman: levar o dependente ao hospital apenas na iminência da sua morte (para ele ficar apenas "dois ou três dias") e, depois disso, devolvê-lo à sarjeta.
Tratar exige acompanhamento por tempo indefinido. Deixar o dependente se exaurir nas calçadas ou desistir dele em 72 horas é, sobretudo, desumano.
A vida é o maior bem jurídico tutelado e a única coisa que viciados têm além da ânsia pelo crack -esta, cada vez maior e estimulada pela ausência do Estado; aquela, um fiapo envolto em molambos esquecidos para os quais o mesmo Estado diz "dane-se".
DO BLOG DO SENADOR DEMÓSNETES TORRES